Concorrendo com mais de 70 instituições de todo o Brasil, CAPEM conquista o
2º lugar nacional do PRÊMIO DA IGUALDADE RACIAL, promovido pela SEPPIR -
Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e o
CRIAR BRASIL. Parabéns a toda equipe do Centro Aplicado de Pesquisa em Educação Multi-étnica que é uma
organização não-governamental, de ação educacional e cultural, sem fins
lucrativos com a missão de promover a inclusão social utilizando a
educação, a cultura e a multi-etnicidade brasileira como instrumentos de
interseção que diluam as diferenças e contribuam para a melhoria das
condições de vida das camadas empobrecidas do Brasil, tendo como ponto
de partida a Baixada Fluminense.
Vens breve como a brisa quase sempre à flor do tempo. Ficas-me no entanto indelevelmente à flor da pele... como pétala de Outono num gesto de adeus! Luiza Caetano
12 março 2010
Olhos da Alma
"Há pessoas que passam por um bosque e só vêem lenha para fogueira". Que olhos da alma nos permita ver a grandeza do Bosque, os frutos, as flores, a sabedoria dos rios que contornam os obstáculos!
09 março 2010
Flores na vida
Tem horas que a gente pensa que tudo está meio sem rumo, neste momento meus pensamentos voam. E pra variar converso muito com Deus. Pesquisando material para minha monografia achei este vídeo que é uma graça da expressão do amor. Ah! as flores, flores que expressam as cores, a suavidade da vida, do perfume que podemos e devemos deixar invadir nossas vidas e como no sorriso de uma criança acreditar que tudo é possível e que podemos tudo.
Em 2010, o movimento feminista comemora 100 anos
da proposição do Dia
Internacional da Mulher
No
ano de 1908, as mulheres socialistas dos Estados Unidos organizaram um
Dia das
Mulheres dedicado à luta pelo direito ao voto.Essas mulheres eram parte
do
movimento sindical e socialista e foram protagonistas de amplos
movimentos
grevistas por direitos trabalhistas. Em 1910, na II Conferência
Internacional
das Mulheres Socialistas, em Copenhague, Dinamarca, Clara Zetkin propõe
que, a
exemplo das americanas, começasse a ser celebrado o Dia Internacional
das
Mulheres. Nos anos seguintes, as comemorações se espalharam pela Europa,
mas
ainda sem data fixa e única para todos os países, apesar de sempre
fazerem
referência ao direito ao voto feminino como parte da luta pela
emancipação das
mulheres. A data do 8 de março aparece em 1917, quando um grupo de
operárias
russas inicia uma greve geral contra a fome, a guerra e o czarismo,
construindo
um processo de lutas que deu início à revolução de fevereiro.
No
Brasil, a data é celebrada com atos públicos e manifestações em diversas
cidades, muitas delas organizadas por organizações associadas à ABONG
que lidam
com o tema da desigualdade de gênero e questão da mulher.
Texto extraído do site da Abong
08 março 2010
Mulher
Mulheres, personalidades honradíssimas
Temos nós, orgulho em tê-las.
Mãe, amada, irmã... amissíssimas
Impossível não percebê-las.
Desde as meigas, às extremistas,
Não há quem possa vencê-las.
Como mãe, semeia esperança
Como irmã, espalha fervor
Se esposa, há perseverança
Se sofrida, nos causa dor
Se trabalhadora, emite confiança,
Mas em tudo, cultiva amor.
Mulher, símbolo da vida,
Imagem da perfeição.
Tantas vezes abatida
Por causa da traição
De alguém que, “enlouquecida”
Entregou seu coração.
Com palavras vim demonstrar,
Da humanidade a gratidão,
Tu mereces compartilhar
De toda realização,
Pois está sempre a participar
Do que enaltece uma nação.
Independente do nome
Que você recebeu,
É a maior demonstração
De beleza, garra, amor.... fé.
Por tudo isso você conquistou
O Dia Internacional da Mulher.
Vinicius de Moraes
02 março 2010
Governo pode adotar dois sistemas de rádio digital para o Brasil
O
governo federal poderá adotar os dois modelos em avaliação como padrões
de rádio digital, apesar do país estar fazendo testes comparativos
entre o americano, conhecido como In-band on-channel (Iboc), e o
europeu, o Digital Radio Mondiale (DRM. Diferentemente do que ocorreu
com a TV digital - em que o modo japonês foi o único escolhido -, os
dois modelos de rádio digital poderiam coexistir com viabilidade
econômica, embora comercialmente um deva se sobrepor ao outro.
Politicamente, a saída agradaria tanto às emissoras que já investiram
no modelo Iboc, quanto aos partidários do modelo DRM, que é livre de
royalties. Para tomar esta
decisão, o Ministério das Comunicações avalia a publicação de uma
portaria com parâmetros que não restrinjam o mercado a um só modelo. O
ministro Hélio Costa quer resolver a questão antes de deixar o governo,
até o fim de março.
O único fabricante
americano do Iboc, que já fornece sistemas digitais a emissoras
brasileiras, é o consórcio Ibiquity, que cobra royalties pelo uso.
Algumas das 4,5 mil emissoras comerciais de AM e FM já adquiriram
equipamentos para migrar do modelo analógico para o digital. A
principal vantagem do Ibiquity é a certeza das emissoras em
digitalizar-se mantendo o mesmo canal (número no dial). Mas governo e
empresas têm restrições quanto aos royalties cobrados. Um grupo de técnicos
e universidades ainda mantém os estudos do modelo DRM. Se os testes
provarem que o modelo europeu também permitirá que as rádios mantenham
os canais de transmissão - questão pétrea para as emissoras -, então a
discussão comercial esquentará, porque o modelo europeu não cobra
royalties. O problema, porém, seria que as empresas que compraram o
Ibiquity já gastaram, em média, R$ 150 mil pelos equipamentos, e,
portanto, preferem o modelo americano. Nos testes já encerrados, o
Ibiquity teve problemas de eficácia em ondas médias (AM) e curtas (OC e
OT). Para FM, são perfeitos.
Pode não ser viável
economicamente, contudo, produzir receptores de rádio que aceitem os
dois modelos, Ibiquity e DRM. Por isso pode haver segregação entre os
aparelhos receptores AM/FM e os específicos para ondas curtas.
No caso das ondas
curtas, o DRM já provou ser mais vantajoso, com grande ganho de
qualidade de som e livre das frequentes interferências na banda. A
aceitação pelo governo dos dois modelos poderia permitir que essas
emissoras de OC e OT transmitissem em sistema diferente das AM/FM. Daí
a possibilidade de coexistirem ambos os modelos de rádio digital no
país. A hipótese não é absurda, haja vista que existe hoje, no Brasil,
1,5 aparelho receptor de rádio por pessoa e que as ondas curtas têm um
mercado bastante específico.
Como o sistema de
rádio digital é, em termos gerais, mais barato que o da TV digital - em
que foi definido o padrão japonês -, a possibilidade de haver mais de
um modelo não restringiria o potencial econômico para ambos os sistemas
conviverem. No caso da TV, a multiplicidade de modelos reduziria
perspectivas de crescimento e exportação de infraestrutura e aparelhos
receptores para países vizinhos.
Antes férrea
defensora do Ibiquity, a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e
Televisão (Abert) espera o encerramento dos testes do DRM para
apresentar sua posição final. "A única posição em que a associação é
irredutível sobre a rádio digital hoje é a previsão de as emissoras
manterem o mesmo canal de transmissão", diz Luis Roberto Antonik,
diretor-geral da Abert. "Defendemos essa ideologia e não
necessariamente um padrão".
Pela rádio digital, o
usuário poderá ter, além de maior qualidade de som, serviços agregados,
como a possibilidade de ouvir podcasts, interagir na programação e
receber imagens e informações no visor do aparelho.
Fonte: Valor Econômico
Pesquisa traz dados sobre Educação Integral
"Estudo aponta que 1,1 milhão de alunos estudam em escolas públicas com jornada ampliada. Em 39% das redes, experiência é recente."
Apesar de o número de alunos atendidos pela educação integral no País ainda ser relativamente baixo, a ampliação da jornada escolar nas redes públicas mostra avanços significativos. Foi o que revelou a pesquisa “Educação Integral/Educação Integrada e Tempo Integral: Concepções, Práticas na Educação Brasileira”, encomendada pelo Ministério da Educação (MEC), divulgada nessa semana.
Das 500
redes públicas que responderam ao questionário e confirmaram a oferta
da Educação integral, 39% realizam a experiência a menos de um ano.
Para Leandro Fialho, da diretoria de educação integral do MEC, o avanço
se deve ao programa Mais Educação (empregado em 2008 e ampliado em
2009) que “criou um movimento de discussão nacional da educação
integral”.
O
questionário desenvolvido por universidades federais de Brasília,
Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro foi respondido por 2.112 do total
de 5.564 municípios brasileiros; número considerado relevante por
Fialho. Segundo ele, haverá uma segunda etapa qualitativa da pesquisa,
cujos resultados deverão ser divulgados até o final do ano.
O
estudo indica que a implantação da Educação integral no País ainda se
dá de forma bastante desigual. Enquanto 37% das redes da Região Sudeste
que responderam à pesquisa já ampliaram a jornada escolar, o número foi
de apenas 3% no Norte do país. Mesmo com números significativos de
municípios que responderam ao questionário da pesquisa, Pará, Acre,
Rondônia e Roraima não relataram a implantação da experiência.
Lendro
Fialho afirma que estados nos quais a população é predominantemente
rural têm maior dificuldade de aderir à Educação integral. “Os
problemas da Educação regular no campo, como o pequeno número de alunos
por escola, se acentuam com a ampliação da jornada”.
Na
avaliação de Maria do Carmo Brant de Carvalho, Carminha,
superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e
Ação Comunitária (Cenpec), o Mais Educação de fato conseguiu ampliar o
debate sobre a Educação integral, que para ela estava completamente
esquecido.
Apesar
do otimismo em relação às recentes iniciativas do MEC na área, a
superintendente do Cenpec considera muito pequenos os números
detectados pela pesquisa. ”Há muita fragilidade e superficialidade na
introdução da Educação integral no Brasil.. Não basta aumentar o tempo
da jornada escolar se não houver uma proposta de educação integral
coerente”, reitera Carminha.
As
redes que participaram da pesquisa declaram que 76,4% das experiências
de ampliação da jornada escolar estão integradas ao Projeto Pedagógico
das escolas. Embora considere positivo as redes já terem incorporado o
discurso da integração, ela desconfia que isso ocorra. “É preciso que
haja uma intencionalidade pedagógica muito clara. Se as ‘atividades
extracurriculares’ não conversarem com as disciplina formais, não é
educação integral”, alerta.
Mais informações:
Leia a íntegra da pesquisa “Educação Integral/Educação Integrada e Tempo Integral: Concepções, Práticas na Educação Brasileira” aqui.
Fonte: Todos Pela Educação
455 anos - Parabéns Rio de Janeiro
Foto: ww.lingalog.net
RIO, DE CORAÇÃO
RIO, DE CORAÇÃO
Quando te olho, Rio, esqueço-me de quem sou
E admiro tua paisagem forte,
De pesos e nuances tantas
Que o fôlego adquire um ar de nobre.
E esses teus mares, montanhas e céu invejáveis,
Tua Baixada e tua Zona Sul,
De tropeços tão únicos,
Que fazem de ti a desarmoniosa escultura
De um palco alvissareiro e elegante,
Que se estampa nas prateleiras
E esconde teus quintais.
E admiro tua paisagem forte,
De pesos e nuances tantas
Que o fôlego adquire um ar de nobre.
E esses teus mares, montanhas e céu invejáveis,
Tua Baixada e tua Zona Sul,
De tropeços tão únicos,
Que fazem de ti a desarmoniosa escultura
De um palco alvissareiro e elegante,
Que se estampa nas prateleiras
E esconde teus quintais.
Quando te olho, Rio, orgulho-me de tua
acolhida.
E dentro deste peito uma coisa cresce certa,
Tal qual um assombro de ternura e vaidade.
Quando denuncias, de braços abertos,
Que és casa de boa conduta, tomada em doce canção,
E percorro tuas Linhas, sejam Amarelas, Verdes ou Vermelhas,
Que trazem aos visitantes a realidade das favelas.
Estas mesmas que decoram teus morros
E que, à noite, transformam-se em aquarelas luminosas.
E lá, do outro lado, por onde escorrem as Serras,
Não escondes as maravilhas que a ti pertencem
Quando te olho, Rio, retrocedo em muitas infâncias
E enriqueço-me com tuas glórias e louvores
Que traçaram muitos rumos escutando teus lamentos
De Zona Oeste e Zona Norte, que complementam o labirinto
De onde muitos desconhecem valores ímpares
Da carioquice resguardada em velados preconceitos
De sua ruas, travessas, avenidas e estradas
E dentro deste peito uma coisa cresce certa,
Tal qual um assombro de ternura e vaidade.
Quando denuncias, de braços abertos,
Que és casa de boa conduta, tomada em doce canção,
E percorro tuas Linhas, sejam Amarelas, Verdes ou Vermelhas,
Que trazem aos visitantes a realidade das favelas.
Estas mesmas que decoram teus morros
E que, à noite, transformam-se em aquarelas luminosas.
E lá, do outro lado, por onde escorrem as Serras,
Não escondes as maravilhas que a ti pertencem
Quando te olho, Rio, retrocedo em muitas infâncias
E enriqueço-me com tuas glórias e louvores
Que traçaram muitos rumos escutando teus lamentos
De Zona Oeste e Zona Norte, que complementam o labirinto
De onde muitos desconhecem valores ímpares
Da carioquice resguardada em velados preconceitos
De sua ruas, travessas, avenidas e estradas
Lagoas, riachos, florestas e toda a gente carioca
E nasce a pergunta que explode em tantos gritos:
"Quem pode te olhar com desdém,
Quando dois braços abertos
São os convites à elegância de tuas formas?"
E nasce a pergunta que explode em tantos gritos:
"Quem pode te olhar com desdém,
Quando dois braços abertos
São os convites à elegância de tuas formas?"
Quando te olho, Rio, esqueço-me de quem
sou...
Autora: Márcia Ribeiro
Autora: Márcia Ribeiro
27 fevereiro 2010
Polem Poético no Leme
- Especialmente na quarta-feira 03 de Março o Polem Poético estará mias do que especial artistas convidados - Estrada 55
24 fevereiro 2010
Makula 100% África na Lapa com Helio Ramalho

Na quinta-feira (dia 04 de março), a MAKULA - a única festa 100% dedicada aos afro sounds mais baloiçantes da Guanabara - invade o MOFO LAPA (Rua Mem de Sá, 94 - Lapa) para mais uma edição antológica, com show de Helio Ramalho (de Cabo Verde)!
Os DJs Lucio Branco (Soul, Baby, Soul!), Gustavo Benjão (DO AMOR) e Zé McGill (from Oregon) convidam a todos que curtam gastar a sola do sapato ao som da música do continente berço da humanidade.
Assinar:
Postagens (Atom)








